Descobri que o 'horrível' não foi te perder, foi ver quanto tempo perdi com você!
30 de abril de 2012
28 de abril de 2012
25 de abril de 2012
Fantasia
As vezes me pego procurando aquela garota romântica que adorava escrever sobre o amor, as vezes me encontro com ela e então percebo que não quero mais ela em minha vida. Prefiro deixar a garota fofa e apaixonada no fundo do baú, quem sabe um dia eu queira usar sua fantasia novamente, mas por enquanto não, to preferindo usar uma fantasia de garota cruel, talvez ate de uma destruidora de corações.
18 de abril de 2012
Potinho de Saudade
Sentir saudade já faz tão parte do meu cotidiano que é normal. Sentir saudades de você é parte da minha rotina assim como escovar os dentes, pentear o cabelo (depois do banho) e checar se meu riocard está na minha bolsa. Sentir sua falta é tão comum que não sinto mais todos os dias, já faz parte de mim. Seu potinho da saudade anda dentro da minha bolsa e por isso eu esqueço de sentir sua falta. Sua ausência fica lá, quietinha na dela, no fundo do meu consciente esperando qualquer gatilho para se fazer lembrar, para me fazer parar e pensar em você, para me fazer sentir a sua falta. A verdade é que eu sinto falta de sentir a sua falta.
13 de abril de 2012
Término
Porque perder você talvez tenha me feito virar tanto o mundo de cabeça pra baixo que eu devo ter aprendido muito mais com isso do que em alguma outra situação... Machucou muito te ver indo embora de mim com desculpas extremamente esfarrapadas e sem nenhuma explicação merecida devida. Depois doeu muito ir embora de você também, pois eu sempre me senti demasiadamente confortável e aquecida ali. E esse acho que foi o pior... pois eu queria demais ter terminado tudo isso sentindo algo belo por você, mas você estragou tudo o que eu sentia, transformando em algo triste, um tanto quanto doentio e um pouco amargo. Mas comecei a perceber que, talvez, eu só enxergava o que eu queria em você, e não quem realmente você é.
11 de abril de 2012
Voar
As vezes me pergunto porque eu sou desse jeito, penso na vida inteira que vem pela frente, penso no que mudaria a minha vida se eu tomasse algumas decisões, penso até nos pequenos detalhes. Por mais que eu saiba que nada acontece exatamente como imagino não consigo para de fazer planos, de sonhar longe, de ser cautelosa com as minhas decisões. Sou tão indecisa que posso demorar meses pra tomar decisões que não vão mudar em nada minha vida, penso uma semana antes ate na roupa que vou usar e isso me desespera. Estou sempre procurando a resposta nos pequenos detalhes da vida, sei que é preciso me libertar, tentar ser levada pelo vento. Só preciso de alguém que me ensine a voar com os olhos fechados e sem medo de cair.
10 de abril de 2012
Meu ponto fraco
Já ganhei tantas coisas, doei outras. Aumentei minha bagagem em tamanho e quantidade. Me apaixonei por estranhos, me doei para quem não devia, não dei atenção à quem merecia minha total dedicação. Tanta burrada. Tantos planos pendurados por aí dentro de algumas pessoas. Por entre alguns lugares. Mas sabe, dentre tudo e todos, você conseguiu se inserir e combinar com minha paisagem. Se enfiou na minha bagagem, fez birra pra não sair, se encolheu feito criança com frio só pra me fazer te cuidar. É a única pessoa de quem não consigo me deixar ser como com todos os outros. Não sei ir embora sem deixar rastro. Na verdade não sei nem ir embora. Quero te contar tantas a tantas histórias, te colocar dentro de todos os espaços ainda vazios por aqui. Te mostrar que tenho um ponto fraco. É o teu nome.
8 de abril de 2012
Assinei minha carta de alforria
As coisas realmente mudam. Eu que antes só sabia dizer sim para você, aprendi a dizer não. Eu que aceitava as condições mais loucas, passei a questioná-las. Eu que aceitava qualquer coisa para estar com você, passei a pensar duas vezes se vale a pena enfrentar tudo isso. Eu que te coloquei num pedestal, te tirei de lá. (você também é um mero mortal.) Eu que dei todo o crédito a você por todas as mudanças que sofri, percebi que tais méritos são meus. E é por isso que hoje ao invés de estar com você, estou no aconchego da minha cama escrevendo essa carta de alforria. Você me ensinou muita coisa, é verdade, mas apenas porque eu estava disposta a aprender. Me dei conta que você é sim um mero mortal e que de especial não tem nada.
Estou desistindo de você, abrindo mão, renunciando, deixando pra lá, tentando esquecer.
Não porque quero, porque deixei de amá-lo, e sim porque é preciso.
6 de abril de 2012
Sinto Falta
Eu sinto falta dos dias que passávamos horas conversando sem ver o tempo passar. Eu sinto falta do tempo em que você não tinha medo de falar comigo em público. Eu sinto falta das brincadeiras e das caretas. Eu sinto falta das safadezas. Eu sinto falta da coragem que eu tinha quando o assunto em pauta era o nosso “relacionamento”. Eu sinto falta do sorriso que não desgrudava dos meus lábios. Eu sinto falta das suas ligações inesperadas tanto para falar nada tanto para me fazer algum convite indiscreto. Eu sinto falta das gargalhadas. Eu sinto falta dos seus beijos. Eu sinto falta das coisas novas que você me apresentava. Eu sinto falta da ousadia que eu sentia quando estava com você. Eu sinto falta das “piadas internas”. Eu sinto falta das suas diferentes maneiras de me dar oi. Eu sinto falta de estar com você. Eu sinto falta dos planos que eu tinha. Eu sinto falta de ir dormir por volta das 5h e acordar sorrindo às 7h. Eu sinto falta de abrir a sua geladeira e te oferecer alguma coisa. Eu sinto falta de usar sua blusa como pijama. Eu sinto falta. Eu sinto falta de você.
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